quarta-feira, 25 de agosto de 2010

ECODESIGN

Em breve divulgaremos uma nova Campanha RadicalGreen que irá monitorar a aplicação de conceitos de ecodesign nas embalagens fabricadas e utilizadas pelas organizações brasileiras.

Pra quem não sabe, ecodesign é uma nova tendência da Engenharia e do Design que veio para ficar e, por alguns ambientalistas, é vista como um dos pilares do desenvolvimento sustentável.

Em que consiste o ecodesign?

Consiste na aplicação de conceitos ecológicos na projeção e fabricação de produtos, ambientes e serviços com o objetivo de torná-los mais sustentáveis, aproveitando melhor tecnologias para produzir itens ambientalmente corretos, recicláveis etc.

A novíssima lei 12.305 tratou de dar caráter obrigatório à fabricação de embalagens com materiais que permitam reutilização ou reciclagem.

Dispõe a lei, em seu artigo 32: "As embalagens devem ser fabricadas com materiais que propiciem a reutilização ou a reciclagem."

No mesmo artigo, a lei define quem está sujeito ao artigo comentado, ou seja, todo aquele que manufatura embalagens ou fornece materiais para a fabricação de embalagens. Também é responsável aquele que coloca em circulação embalagens, materiais para a fabricação de embalagens ou produtos embalados, em qualquer fase da cadeia de comércio.

Fique de olho e exija embalagens sustentáveis.

O planeta agradece!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

EMPRESAS VERMELHAS

Em momento anterior a ONG RADICALGREEN.ORG iniciou uma campanha sobre monitoramento do descarte de e-waste ou de lixo eletrônico.

Todo descarte incorreto traz mazela ao ecossistema, porém o descarte de eletro-eletronicos é dos mais nocivos, porque uma placa de computador no contato com aterros e água libera produtos tóxicos, além de levar em média 500 anos para iniciar o processo de decomposição e alguns de seus elementos jamais de decomporão.

Malgrado ter sido escolhido empresas de renome e com grande potencial de venda e de descarte de produtos eletrônicos, encontramos ainda pouco acolhida por parte dos mesmos, que ignoram a transparência que deve vigir nas gestões ambientais.

Hoje, a RADICALGREEN, colocará essas empresas na classificação vermelha e fará uma ampla campanha para que consumidores evitem comprar dessas empresas que descartam lixos de forma incorreta, pelo que se presume de sua omissão.

Acompanhem nosso blog.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O TRIBUTO VERDE

Especialistas em direito ambiental já previam que o chamado TRIBUTO VERDE entraria no cenário legislativo.

E tal veio a acontecer.

A princípio sempre foi correntio afirmar que o tributo verde não se apresentaria como isenção ou com anistia.

No final do ano passado, ainda que de forma transitória, houve redução de IPI para produtos com melhor perfomance energética.

Contudo, a tributação verde alcançará, de modo a onerar, aqueles que poluem.

A nova lei 12.305 autoriza ao poder público a cobrança de taxas para recolhimento de resíduos daqueles que não dispõem de correta forma de descartá-los.

Criou também a lei do poluidor-pagador.

Portanto, não a destempo, cria-se a figura do tributo verde que, no caso, vem na espécie denominada taxa.

A Prefeitura de São Paulo inova no aspecto de conceder desconto de IPTU a quem tiver, dentre outras exigências, plano de desenvolvimento sustentável.

Portanto, vale afirmar que O PLANETA REMUNERA QUEM DELE CUIDA.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL E A LEI 12.305

A Radical Green.org é a primeira certificadora brasileira de ações ambientais sustentáveis.

Cada certificação segue metodologia própria e atende às normas mais robustas de certificação internacional.

O advento da nova lei 12.305 no Brasil assegurou que procedimentos anteriormente exigidos estavam em conformidade com a mesma.

De qualquer forma, as alterações necessárias para se adequar a nova norma estarão disponíveis no site a partir de 13.08.2010.

CARTEIRA DE ESTUDANTE VERDE

A RADICALGREEN.ORG está se preparando para lançar a CARTEIRA DE ESTUDANTE VERDE para o ano letivo 2011.

Venha fazer parte dessa nova onda verde.

Empresas podem participar adotando ESTUDANTES VERDES.

Estudantes podem participar adotando ATITUDES VERDES.

Enfim, todos se empenharão na luta radical para salvar o PLANETA.

Informações podem ser obtidas em www.radicalgreen.org

A CAMPANHA E-WASTE DA RADICALGREEN.ORG

A Campanha e-waste da RADICALGREEN.ORG ainda está aguardando resposta de diversas organizações monitoradas.

Como algumas mantiveram-se silentes, foram novamente abordadas nessa data.

O silêncio sobre monitoramentos de gerenciamento de resíduos sólidos não pode ser admitido por nenhum stakeholder, pelos seguintes motivos:

1- Vige no cenário da governança sustentável que ações ambientais devem ser exteriorizadas.

2- O meio ambiente está inserido no campo dos chamados direitos difusos.

3- A lei 12.305 assegura o livre direito a informações sobre P.G.R.S.

4- O meio ambiente é sistêmico.


Portanto, na próxima semana, as empresas que não se manifestarem serão inseridas como EMPRESAS VERMELHAS.

A ONG deliberará sobre a possível diligência de comunicar às autoridades ambientais públicas a ocorrência que considera grave da não existencia de política de gerenciamento de resíduos, maiormente dos eletrônicos, que na lei acima citada foram capitulados como resíduos especiais.

De toda sorte em breve nossos membros e demais interessados saberão da classificação de cada organização monitorada.


PARA SALVAR O PLANETA, TODOS PRECISARÃO DE ATITUDES RADICAIS.

CONFIRA no site www.radicalgreen.org as empresas e suas atuais classificações.

NEXTEL FOI A PRIMEIRA EMPRESA VERDE DA CAMPANHA E-WASTE

A Campanha Nacional Radical Green - Monitoramento de e-waste fez contato com diversas organizações brasileiras.

A NEXTEL atendeu prontamente aos questionamentos da campanha e mandou e-mail à Radical Green, respondendo satisfatoriamente a todas as perguntas.

Por isso foi classificada, nessa etapa, como EMPRESA VERDE.

De fato, a transparência radical em encerros ambientais deve fazer parte de gestão sustentável.

BH SHOPPING AÇÕES AMBIENTAIS E A CAMPANHA E-WASTE DA RADICAL GREEN.ORG

A RadicalGreen.org no exercício de seu desiderato de stakeholder, fez contato com dezenas de organizações anteriormente, no afã de obter informações sobre o descarte de e-waste, ou de resíduos eletrônicos.

Na primeira reposta o BH SHOPPING mandou e-mail dizendo que "NÃO EXTERNAVA INFORMAÇÕES AMBIENTAIS"

Em virtude da negativa de prestar informações no foco da campanha, foi considerada como EMPRESA VERMELHA.

Todavia, posteriormente a assessoria do BH SHOPPING em contato com a ONG informou que em 06.08.2010 teve seu plano de gerenciamento de resíduos sólidos aprovado pela Prefeitura da cidade de Belo Horizonte.

Com essa informação a ONG reclassificou o BH SHOPPING que passou a ser EMPRESA AMARELA.
A ONG tem a missão de ser coadjuvante em ações ambientais sustentáveis junto ao setor produtivo brasileiro. Portanto, estará atenta a qualquer movimento positivo ou de relevante impacto em relação ao meio ambiente.

Dessa forma, o BH SHOPPING continuará sendo monitorado e receberá a rotulação VERDE quando apresentar resposta a enquete proposta anteriormente.

Vale dizer, ainda, que malgrado já ser direito constitucional de manifestar opiniões sobre comportamentos ambientais, a lei 12.305 cuidou de garantir a qualquer cidadão a legitimidade de operar como stakeholder ambiental.

Todas as novas ocorrências dessa campanha e dessa organização serão publicadas pontualmente.

sábado, 7 de agosto de 2010

O PRINCÍPIO DA TRANSPARÊNCIA RADICAL

A exteriorização de práticas de gestão corporativa foi vista com reserva até um determinado tempo. Com a massificação das informações houve significativa revisão de procedimentos introspectivos.

A explosão das informações inéditas e suas consequências nefastas levaram à adoção de práticas de transparência.

Com relação às práticas ambientais, nunca se pensou em informações restritivas. Quer seja pelo interesse difuso, quer seja pelo caráter sistêmico que marca as ações ecológicas.

Proliferaram em todo o mundo as ONGs ambientais. Como stakeholders registrados e com estatutos, arvoraram-se no legítimo interesse de obter informações corporativas sobre práticas ambientais.

A Radical Green, em seus desideratos, também se coloca como buscadora da transparência radical de informações ambientais.

A Lei 12.305, que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cuidou de assegurar a todos, e também, naturalmente, às ONGS, o direito de obter relatórios e explicações. E, para aplauso de ambientalistas, caracteriza como passível de ação penal as organizações que legalmente tiverem compromissos ambientais e não exteriorizarem suas práticas.

Parabéns aos gestores que outrora prepararam suas empresas para lidar com a transparência. Aos demais, que adotarão práticas enclausuladoras, terão que arcar com pesados ônus perante a opinião pública e perante autoridades governamentais.
Desconhecer a transparência radical em aspectos ambientais e negar-lhe vigência poderá custar elevado preço para as organizações.

Para salvar o Planeta a luta precisa ser radical.

Precisa ser RADICAL GREEN.

Presentemente a ONG está com uma campanha de monitoramento de descarte de e-waste.

Conheça nossas ações e campanhas ambientais no ATIVISMO AMBIENTAL de nosso site www.radicalgreen.org

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

BH SHOPPING A PRIMEIRA EMPRESA VERMELHA DA CAMPANHA E-WASTE

A RADICALGREEN.ORG iniciou recentemente uma campanha para monitorar o descarte de resíduos eletrônicos por parte de grandes organizações.

Os membros da ONG e internautas elegeram importantes segmentos para a enquete.

O BH SHOPPING respondeu que não exterioriza suas ações ambientais.

Por que esse comportamento é ambientalmente incorreto e, portanto, taxado de VERMELHO?

As organizações precisam, em práticas ambientais, trabalhar com chamado princípio da transparência radical.

As ações ambientais não são internas, como diz o BH Shopping, mas de interesse difuso, alcançado a qualquer cidadão.

Não fosse isso a LEI 12.305 exige informações públicas de políticas de descartes de resíduos.

No caso o que se indagou foi a política de e-waste, que sabidamente o seu descarte irregular tem elevados prejuízos para o ecossistema.

Por isso e em face da intrépida resposta do BH SHOPPING a ONG não só a colocou como vermelha, mas está fazendo comunicação ao Ministério Público para investigar as ações ambientais da empresa, que podem ser irregulares em face da negativa de reposta.


A iniciativa da RADICALGREEN.ORG deve ser seguida por qualquer cidadão, porque o PLANETA está exaurido e não suporta mais nenhuma negligência.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

LIXO ELETRÔNICO OU E-WASTE

Cresce no Brasil e em todo o mundo o uso de produtos eletrônicos.

Outrora os usuários encontravam-se em países desenvolvidos, porém com a chamada inclusão digital que veio a atingir países em desenvolvimento, proliferou enormemente o uso de produtos eletrônicos.

Até quanto ao uso generalizado dos mesmos é tudo muito positivo, porque projetam pessoas para o acesso a informações antes inatingíveis e também fomenta a economia, o que gera renda, empregos, impostos e outros benefícios decorrentes do aquecimento fabril.

Porém enquanto a utilização é geradora de prazer e de crescimento, o descarte do equipamento é ocorrência que tira o sossego de qualquer ambientalista, sobretudo dos membros da RADICALGREEN.ORG.

Enquanto falávamos de pequenas quantidades não haveria muito com o que preocupar, porque esses lixos ficavam na administração doméstica ou mesmo nos depósitos de empresas.

Hoje não há quem não tenha em casa uma sucata eletrônica.